Uma homenagem do Exército Brasileiro reconheceu mais de 30 anos de atuação da Dakila Pesquisas na Amazônia — um marco que se soma à expansão contínua do Ecossistema Dakila em pesquisa de campo, estrutura institucional e novos projetos tecnológicos.

No dia 25 de Setembro, em São Paulo, o presidente de Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira, recebeu uma medalha do Exército Brasileiro durante a cerimônia de comemoração ao Dia do Soldado. A homenagem reconhece trabalhos de pesquisa, apoio a comunidades indígenas e ribeirinhas, ações sociais e incentivo ao turismo desenvolvidos pela organização ao longo de mais de três décadas na região amazônica. Mais do que uma honraria pontual, o reconhecimento resume bem o momento vivido pelo Ecossistema Dakila: uma trajetória de crescimento sustentada por pesquisa de campo, estrutura acadêmica sólida e investimento constante em novas frentes de conhecimento.

Uma Homenagem que Reconhece Décadas de Compromisso com a Amazônia

A indicação para a medalha partiu do general de Exército Ítalo Fortes Avena, em 2024, depois de acompanhar de perto o trabalho desenvolvido pela organização na Amazônia. A proposta levou em conta a trajetória construída na região e as diferentes frentes de atuação mantidas ao longo dos anos, que vão da pesquisa científica ao apoio a comunidades locais.

Para Urandir Fernandes de Oliveira, a homenagem representa o reconhecimento de um compromisso de longa data. “Esse reconhecimento reforça o compromisso de Dakila com a Amazônia e com todas as comunidades que caminham conosco. Os trabalhos continuam, os apoios continuam e essa medalha representa um incentivo para seguirmos adiante, mantendo o compromisso com a pesquisa e com as ações que desenvolvemos na região”, afirmou, segundo nota divulgada pela Dakila.

Da Pesquisa de Campo em Rondônia às Ações na Região Amazônica

A atuação de Dakila Pesquisas na Amazônia começou ainda na década de 1990 e se estende até hoje. Um dos marcos dessa trajetória ocorreu em 2004, quando a equipe da organização esteve em Rondônia, com apoio do Exército Brasileiro, para realizar trabalhos de pesquisa no Forte Príncipe da Beira, uma das fortificações históricas mais importantes da fronteira amazônica. De lá para cá, as expedições de campo se multiplicaram, sempre acompanhadas de iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional e ao diálogo com comunidades indígenas e ribeirinhas.

Esse tipo de trabalho de campo, sustentado ao longo de décadas, é um dos pilares que explicam o crescimento do Ecossistema Dakila como um todo: cada expedição amplia o repertório de conhecimento acumulado pela organização e fortalece parcerias institucionais, como a que resultou agora na homenagem do Exército Brasileiro.

Um Ecossistema em Constante Expansão

O reconhecimento militar chega em um momento em que o Ecossistema Dakila segue ampliando sua estrutura em múltiplas frentes. Além da sede na Cidade Zigurats, em Corguinho (MS), a organização mantém uma estrutura acadêmica organizada em divisões que abrangem áreas como ciências exatas e da terra, engenharia, ciências sociais aplicadas e ciências humanas — sempre no campo da pesquisa e do estudo acadêmico, reunindo pesquisadores dedicados a investigar, catalogar e propagar conhecimento em diferentes disciplinas.

Segundo a própria Dakila Pesquisas, esse corpo técnico multidisciplinar reúne doutores, mestres e graduados, unindo pesquisa científica a projetos de aplicação prática. É essa base estrutural que sustenta tanto as expedições de campo, como as realizadas na Amazônia, quanto os novos projetos que vêm sendo lançados na sede em Mato Grosso do Sul.

Inovação Tecnológica: do AgroDakila ao eVTOL SkyRos

O crescimento do Ecossistema Dakila também aparece em novas frentes produtivas. Em julho, a organização anunciou a implantação da pecuária no projeto AgroDakila, descrita como o início de uma nova fase “marcada por crescimento, inovação e compromisso com um agro cada vez mais forte e sustentável”. A iniciativa amplia o uso da estrutura fundiária da organização em Mato Grosso do Sul e caminha ao lado de outro projeto de destaque: o desenvolvimento do eVTOL agrícola SkyRos.

Implantacao da pecuaria no projeto AgroDakila, em Mato Grosso do Sul

Construído por Dakila Pesquisas em parceria com a empresa Vertical Conect, o Skyros é descrito pela organização como o primeiro drone totalmente elétrico e não tripulado voltado ao uso rural — um Evtol (Electric Vertical Take-off and Landing) com 5 metros de envergadura, capaz de transportar 400 quilos de insumos agrícolas e já registrado na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O projeto foi apresentado ao público durante um evento no Recanto Havalon/Zigurats, reunindo interessados do setor agrícola na sede da organização.

Um Compromisso que Segue Adiante

Da pesquisa de campo no Forte Príncipe da Beira, em 2004, até a apresentação de um eVTOL agrícola construído no Brasil, passando pela expansão da estrutura acadêmica e pelo início de um novo capítulo no agronegócio, a trajetória recente da Dakila Pesquisas ilustra um movimento único: o de uma organização que segue investindo em conhecimento, tecnologia e presença regional. A homenagem recebida do Exército Brasileiro nesta semana marca, assim, não um ponto final, mas um novo capítulo de uma história de mais de 30 anos de trabalho na Amazônia — e de um Ecossistema que, segundo a própria organização, segue em expansão ano após ano.

Fontes

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